20 de setembro de 2014

Assuntos eléctricos


Tínhamos a maior central fotovoltaica do mundo! sim tínhamos mas  os bandidos dos americanos construíram uma maior que a nossa.
Temos sol para dar e vender!?  sim e que nunca se acabe!
Incentivam-nos para que em nossas casas consigamos produzir a própria energia e ainda podemos vender a excedente.
Enquanto isso no  Estádio das Cancelinhas gastam-se Ardilas de dinheiro em gasóleo para que os desportistas consigam ver a bola, isto porque os painéis que lá foram instalados não funcionam há mil anos.
Os geradores há 15 anos atrás eram novidade hoje em dia tenho impressão que servem apenas para desenrascar quando falta a energia ou então quando a luz eléctrica não está à mão de semear.

Bom fim de semana e vamos lá ver se hoje não falta a luz! :D 



5 de setembro de 2014

Conferência em Safara


Feira do Melão - Quem se recorda?

Talvez por ter boa memória lembro-me da Feira do Melão, como me costumam dizer... "Tu levantas até o D. Afonso Henriques!" mas calma, eu não lhe parto a espada! 
Segundo consegui apurar a imagem diz respeito a  um dos últimos anos da sua existência, mais tarde surgiu a Expoarte que posteriormente deu origem à actual Feira do Vinho.
Realizava-se por alturas da Santa Maria na Praça da Republica (Torre do Relógio), na fotografia contam-se pelo menos uma dezena de expositores de melão, no interior da Torre estavam os de artesanato. No decorrer da feira havia concursos de arranjos de mesa e provas de doçaria regional, na sua grande maioria confeccionados com melão. 
Foi aqui que pela primeira vez provei melão com presunto, o meu paladar na altura não seria o melhor...ou bem que era uma bela "talhada de melão" ou "uma fatia de presunto com pão" epaaaa juntos é que não , escusado será dizer que não gostei.


No Jornal "A Planície" era noticia o evento em si e também a falta de apoios de que os produtores de melão se queixavam.



1 de setembro de 2014

Há 100 anos extinto

Extinto é extinto! Vão se para sempre! há pessoas e entidades que não tem plena consciência disso. A vantagem que temos nos dias de hoje, é ter  noção (ou não) que evitar tais acontecimentos está nas nossas mãos.

O pombo passageiro (Ectopistes migratorius) foi provavelmente a ave mais abundante no planeta. Estima-se que tenham chegado a existir mais de 5 biliões de indivíduos nos Estados Unidos. Viviam em enormes bandos, sendo que o maior chegou a ter 1,6 km de largura e 500 km de comprimento, com cerca de 2 biliões de aves. Para que este gigantesco bando atravessasse uma região, eram necessários vários dias. Durante o Verão, o pombo passageiro vivia espalhado pela América do Norte, a leste das Montanhas Rochosas. No Inverno, migravam para o sul dos EUA. Caçados maciçamente para servirem para a alimentação humana e animal, já apresentavam um sensível decréscimo no seu número em meados do século XIX. Como punham apenas um ovo de cada vez, o período necessário para a recuperação da espécie seria longo, mas a matança continuou antes que isso pudesse ocorrer. Estima-se que quase todos os animais do último bando existente (cerca de 250 mil exemplares) foram mortos num único dia de caçada em 1896. O último exemplar selvagem foi morto em Ohio, em 1900. O último exemplar em cativeiro, uma fêmea chamada Martha, morreu no Jardim Zoológico de Cincinnati a 1 de Setembro de 1914. O corpo da ave foi congelado e encaminhado ao Instituto Smithsoniano para ser taxidermizado e exibido ao público.





Fotografia de Martha ainda viva em 1914, o último exemplar de pombo-passageiro.