31 de julho de 2015
29 de julho de 2015
28 de julho de 2015
Cecil, o leão de juba negra
Das 50.000 biscas só uns é que lucram (certamente os que menos precisam) do que ele gerava só em turismo muitos tiravam proveito. Agora, morto, foi-se tudo!
Tanto este como todos os outros animais selvagens valem muito mais vivos do que mortos.
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/uma-flecha-um-tiro-e-50-mil-euros-mataram-o-leao-cecil-1703444
27 de julho de 2015
22 de julho de 2015
21 de julho de 2015
17 de julho de 2015
15 de julho de 2015
12 de julho de 2015
Homenagem a Eunice Muñoz e Mário Zambujal
Receção pela SFUMA
Eunice Muñoz e Mario Zambujal
Alguns elementos da Comissão de festas, os mentores desta homenagem.
Uma vez mais estão de Parabéns!
6 de julho de 2015
Escaravelho- vermelho (Rhynchophorus ferrugineus) na Amareleja
Não que sejam muito abundantes por estas paragens, ainda assim existem alguns exemplares de Palmeira- das- canárias ( Phoenix canariensis) a adornar jardins públicos e privados na Amareleja
As palmeiras foram um símbolo de poder e de estatuto em séculos passados, quando os viajantes as traziam de paragens exóticas para adornar os seus jardins, mas perderam o poder e correm o risco de sucumbir na guerra contra a praga agora que agora as assola em todo o país.
A culpa é do escaravelho vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), originário da Indonésia, e que invadiu Portugal em 2007, alojado em plantas importadas, através do Sul de Espanha e do Egipto.
Não se sabe quantas palmeiras já morreram, mas serão muitas centenas,
que se traduzem em milhares euros de prejuízo para câmaras e privados.
Em Lisboa, por exemplo, a câmara tem cerca de 600 palmeiras em
tratamento e já abateu 359, tendo gasto 180 mil euros. O custo médio do
abate e remoção dos resíduos infestados (sem incluir o custo de
incineração) varia entre os 350 euros e os 1500 euros. A autarquia tem
mais 1288 plantas sinalizadas para abate – das quais 693 estão em
terreno privado. E até as palmeiras do jardim da residência oficial do
primeiro-ministro, no Palácio de S. Bento, já foram atingidas. O caso já
foi comunicado às autoridades.
Aparentemente será a primeira vitima deste coleóptero na Amareleja.
Mais uma em Safara
Como se previne a praga?
É preciso manter a palmeira debaixo de olho e fazer a manutenção. A poda deve ser feita entre Novembro e Fevereiro, quando o insecto está menos activo, retirando só as folhas secas e evitando podas do tipo “ananás”. Os cortes devem ser lisos e não lascados. Os resíduos devem ser destruídos por trituração, queima ou enterramento. Também há tratamentos preventivos, que custam cerca de 500 euros por ano, por palmeira.
Que sintomas apresenta a palmeira infestada?
Não é fácil a detecção precoce da praga. Quando as folhas parecem roídas nas pontas (em forma de V) e descoloradas, é urgente actuar. O ruído produzido pelas larvas enquanto se alimentam e um odor intenso resultante do apodrecimento dos tecidos internos da planta são outros sinais de alerta. Quando a coroa da palmeira tem já um aspecto achatado com as folhas descaídas, tipo “chapéu-de-chuva”, já será tarde de mais. As plantas ficam frágeis e as de maior porte podem mesmo cair, representando um risco para a segurança de pessoas e bens.
Não é fácil a detecção precoce da praga. Quando as folhas parecem roídas nas pontas (em forma de V) e descoloradas, é urgente actuar. O ruído produzido pelas larvas enquanto se alimentam e um odor intenso resultante do apodrecimento dos tecidos internos da planta são outros sinais de alerta. Quando a coroa da palmeira tem já um aspecto achatado com as folhas descaídas, tipo “chapéu-de-chuva”, já será tarde de mais. As plantas ficam frágeis e as de maior porte podem mesmo cair, representando um risco para a segurança de pessoas e bens.
O que fazer em caso de infestação?
Deve informar a câmara municipal ou a Direcção Regional de Agricultura e Pescas, para que avaliem a possibilidade de recuperação. Esta comunicação é obrigatória. Se a praga for detectada na fase inicial, aplicam-se produtos químicos ou biológicos e fazem-se podas sanitárias, eliminando todas as folhas “comidas” pelas larvas e limpando a parte da palmeira afectada até chegar aos tecidos sãos. Se for irrecuperável, o proprietário é notificado para fazer o abate, que pode custar entre 300 euros e 1000 euros (dependendo do tamanho). Se não cumprir a notificação, terá de pagar os custos à entidade que execute o abate e fica sujeito a uma contra-ordenação que pode ir dos 100 euros aos 3740 euros, para particulares, ou dos 250 euros aos 44.890 euros, para pessoas colectivas.
Deve informar a câmara municipal ou a Direcção Regional de Agricultura e Pescas, para que avaliem a possibilidade de recuperação. Esta comunicação é obrigatória. Se a praga for detectada na fase inicial, aplicam-se produtos químicos ou biológicos e fazem-se podas sanitárias, eliminando todas as folhas “comidas” pelas larvas e limpando a parte da palmeira afectada até chegar aos tecidos sãos. Se for irrecuperável, o proprietário é notificado para fazer o abate, que pode custar entre 300 euros e 1000 euros (dependendo do tamanho). Se não cumprir a notificação, terá de pagar os custos à entidade que execute o abate e fica sujeito a uma contra-ordenação que pode ir dos 100 euros aos 3740 euros, para particulares, ou dos 250 euros aos 44.890 euros, para pessoas colectivas.
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2 de julho de 2015
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