8 de fevereiro de 2015

Erasmus - Toledo, un año despues (2)

De paseo por Madrid



 Todos muy atentos!



La mejor parte...a cormer!!!!!


Corvo (Corvus corax) ferido

Quinta passada numa das minhas voltas encontrei este passaroco ferido (tiro ou embateu em algum cabo elétrico). Depois da trabalheira que foi para o capturar viajou na bagageira do meu carro até à Amareleja.

Já em minha casa passou a noite numa caixa num sitio tranquilo.
Efetuada a chamada para o SPENA foi só esperar até que o viessem recolher, o que veio a acontecer na manhã seguinte.

Para os mais ignorantes... vá distraídos digamos assim, fica um pequeno esclarecimento acerca dos hábitos alimentares desta espécie:

"Com uma actividade necrófaga bastante importante, tem como componente principal da sua alimentação a carne de outros animais. Alimenta-se de cadáveres de outros animais, de pequenos mamíferos, insectos, caracóis, lagartos, rãs, vermes e outros invertebrados. Fazem ainda parte da sua alimentação: frutas, cereais, bagas e resto de comida humana, em zonas urbanas. Procuram o alimento geralmente no chão, sendo quase sempre as primeiras aves a chegar junto dos cadáveres"


Aqui na altura em que foi entregue no local onde está a ser tratado

Fotografia retirada do Grupo Aves de Portugal Continental no Facebook

Em jeito de avance


7 de fevereiro de 2015

Erasmus - Toledo, un año despues (1)

Al inicio...
Zocodover 

 Los balcones

 La siempre hermosa catedral primada


Clase de baile en lo Circulo de artes de Toledo


Noche de mitos e leyendas da Toledo


Amor las queria casar a todas! jajaja

31 de janeiro de 2015

ainda sobre a requalificacão na zona do Barranco de Vale de Juncos...

Confirma-se! são aparelhos daqueles para as pessoas se maçarem e suarem bué.
Ou será uma mesa de passar a ferro?!






Há ainda uns rabiscos num pavimento alcatroado  que me parecem as linhas de um campo de futebol e outras partes em terra para que os feirantes possam espetar as estacas... parece me a mim! não tenho certeza de nada! 


30 de janeiro de 2015

Vozes de Portugal e da Humanidade

Inovar às vezes é o segredo ;) 
Seria um grandessíssimo aldrabão se dissesse que adoroooo Cante Alentejano, não, não adoro mas sei respeitar quem gosta e principalmente quem canta. Gosto daquelas modas mais corriqueiras como a do..." Vê lá companhêro vê la...vê la como venho eu....Lá lá lá lá".




Dou pulos de alegria sempre que os gajos da Comercial decidem passar isto!
É mais que uma homenagem a Carlos do Carmo (Parabéns atrasadíssimos) é uma homenagem  ao Fado e a Lisboa.
Prefiro ouvir  do que ver o vídeo, a cada verso tento identificar quem lhe dá voz, neste caso vozes, vozes inconfundíveis! 
Carminho
Camané
Mariza
João Pedro Pais
Raquel Tavares
Marisa Liz
Tiago Bettencourt
Ana bacalhau
etc etc etc 
Fiquei foi  com a impressão que o Jorge Palma andava perdido no parque das nações e decidiu dar uma ajudinha...ehheheheeh
AHHHH!!!!  falta a Ana Moura e o Ricardo Ribeiro!


27 de janeiro de 2015

Valorização paisagística da zona envolvente ao barranco de Vale de Juncos

Não me conformo com o que fazem nesta terra! Como é que é possível fazerem coisas destas! Como!? Só aqui mesmo! em mais lado nenhum isto acontece...

Então não é que decidiram pavimentar toda a zona envolvente do barranco de Vale de Juncos?! ainda por cima fizeram alguns canteiros! plantaram árvores por todo o lado. Isto não se admite.


Chegaram ao ponto de colocar  uns bancos estranhos para as pessoas se sentarem! 
Até uma bica de água ali espetaram!


E  papeleiras também há! Já viram o que é agora uma pessoa dar de caras com isto?! pfv

E maisssss! iluminaram isto tudo! tudo! Não se admite.
O mais grave está do outro lado do barranco, estava um pouco escuro, tive medo de lá ir. Vislumbrei umas maquinetas estranhas... uma parecia uma ceifeira debulhadora outra uma enfardadeira! ou será que são daquelas todas modernas para fazer exercício?! amanhã durante o dia passo lá e confirmo.

23 de janeiro de 2015

Grous (Grus grus)


Ano após ano nunca falham, chegam mais ou menos em Novembro e raspam-se em Março. Para se livrarem do frio da Escandinávia voam milhares de quilómetros para encontram aqui, nos nossos montados e pseudo estepes cerealíferas, o  refugio de Inverno perfeito. 
Casa, comida e roupa lavada tem tudo, por aqui ficam até que o instinto os guie de novo à sua terra natal.