27 de julho de 2018

Não podemos perder a Torre do Relógio de vista! Correcto e afirmativo!

Não podemos perder a Torre do Relógio de vista! 
Correcto e afirmativo!

Eu, quando se fala de obra feita, de desenvolvimento local e de progresso propriamente dito, estou muito contente com tudo! Especialmente no que diz respeito às grandes obras efectuadas pelas autarquias locais (JFA/CMM) em prol da população Amarelejense. 
Dos mais afamados e mais prestigiados destaco 3:

- Piscina da Amareleja-
O que é que a terra mais quente do país podia pedir mais?? Vá diga-me lá sff!? 
É perfeita! 
Tem tudo o que um complexo de piscinas pode oferecer, desde a piscina olímpica onde se pode simplesmente nadar, relaxar e competir, até ao poço onde os mais corajosos arriscam saltos mortais encarpados à frente e atrás. De destacar é também a parte dedicada aos mais pequenos, onde estes tem à disposição vários tipos de piscinas, escorregas e repuxos. Já se soa na aldeia que vão ampliar as instalações. Está projectada uma piscina com ondas, depois de edificada será uma das maiores de Portugal.
Pontos negativos- No Inverno, o horário da piscina coberta não é o mais flexível para quem trabalha fora. As zonas ajardinadas às vezes estão um bocadinho descuidadas A relva por exemplo, já a vi seca em alguns locais e noutros a necessitar de ser aparada. Até é compreensível, pois acredito que deve ser difícil a manutenção de quase 4 hectares de relvado.




                                                             
-UP4 (Zona Industrial)-
Num espaço temos tudo! Um ninho de pequenas, médias e até grandes empresas. Desde produção a transformação. Do saber de gerações com um toque de modernidade. De metalúrgicas a carpintarias, de queijarias a salsicharias! 
Tudo num espaço, projectado e construído com um único objectivo, o de dinamizar e criar condições para a fixação de empresas e consequentemente fixar população. 
Pondo negativo- A circulação de transito está um pouco confusa.





-Lago Biológico de uso publico-
Aqui é o chamado "2 em 1", a junção da tranquilidade da natureza com a oportunidade de nos refrescarmos num lago 100% natural num dia quente de Agosto. Isto não é para qualquer uns! O Lago biológico é já a alternativa às super lotadas piscinas da freguesia, bem como um motivo de visita para quem gosta do que é adepto do natural e sustentável. 
Ponto negativo- Há uns tempos cheguei a casa e tinha uma rã numa das algibeira dos calções de banho. Há gente que não gosta deste tipo de animais, a mim não me faz muito mal.









PS: Daqui a 50 anos esfregue-me este post nas trombas
Bom fds

Santa Maria 2018- Programação


24 de fevereiro de 2018

11 de fevereiro de 2018

Carnaval 2018 com direito a Madonna

Primeiro procurou casa, depois andou com as filhas no Baldio e agora já nem se escondeu...infiltrou-se na saída de Carnaval da SFUMA.

Está em Lisboa?!? Nota-se!



28 de janeiro de 2018

"A seca é mesmo uma seca"

Agora que a chuva voltou (ahahahahahah caíram 3 pingas e meia) já há barragens com os níveis de armazenamento regularizados etc etc  vira-mo-nos então para as inundações, mm de precipitação  acumulados etc  etc 
antes era:

"Período critico de incêndios prolongado até 23 de Novembro"

"99,9% do pais em seca extrema/severa ou o cacete!!!" E novidades? não? qual é o espanto?

Nada ou muito pouco fazemos para contrariar estas tendências.
Não nos prevenimos de  nada! Não nos precavemos contra os incêndios. Nada fazemos para minimizar os efeitos da seca. 

 Nas noticias, andou tudo  de volta dos leitos secos das albufeiras...das pontes que ficaram à vista (também gostava de ir ver a mais famosa), dos habitantes de antigas aldeias submersas por albufeiras,  no entanto já alguém noticiou o leito seco de uma albufeira a ser limpo?
Infelizmente só nestes últimos dias essa medida foi noticia, vamos ver quando é posta em pratica.

O problema da seca é que só nos lembramos dela quando já está a ocorrer, tal como os incêndios e as inundações sempre os  houve, tanto alarido  e tantas medidas urgentes a tomar porque??
No que diz respeito aos períodos de seca, o  grande problema agora é a sua frequência e duração. Ir a Estepa e andar em procissão à roda do monte já não resolve, infelizmente. 

O que nem sempre existiu  foi o modo super intensivo de tudo o que é cultura, isso sim! mas disso ninguém fala (vá, às vezes falam um pouquinho).
São os  olivais  cada vez mais extensos,  os típicos cereais de sequeiro que são hoje de regadio, planta-se  milho em solos onde os já referidos  cereais de sequeiro foram reis. A estes exemplos junta-se todo o tipo de alterações à tradicional agricultura extensiva e, maioritariamente de sequeiro.
Sem deixar de lado a agro-pecuária, também ela já muito assente em modos de produção intensivo. 

Diz-se que há  água com fartura ali em Alqueva, então, basicamente a ideia é,   produzir tudo o que nunca aqui foi produzido e que necessita do triplo da água do que sempre aqui se produziu.
Está feito! ou melhor, estamos feitos.

Tudo isto para vos mostrar o leito seco do rio Ardila, no ano de 2005.
Em 2017, a seca severa/ extrema  não o secou.